Agência de marketing para e-commerce de moda

Uma agência de marketing para e-commerce assume a operação digital inteira da loja: diagnóstico, mídia, catálogo e conversão. Faz diferença porque 55% dos lojistas de moda apontam a baixa taxa de conversão como obstáculo número um e 59% tocam a operação sozinhos (NuvemCommerce 2026). O gargalo raramente está no anúncio.

Nova Friburgo tem mais de 1.300 confecções ativas segundo a Prefeitura, e é Capital Nacional da Moda Íntima pela Lei Federal 14.883/2024. A maior parte dessas marcas já vende — no atacado, na loja física, no grupo de WhatsApp — e trava quando tenta transformar isso em e-commerce. Nós entramos como equipe de marketing dessas marcas, não como fornecedor de peça avulsa. E começamos pelo lugar mais barato de arrumar: onde a venda está vazando.

Atualizado em agosto de 2026

55%Obstáculo nº 1 do lojista de modaCitam baixa taxa de conversão — NuvemCommerce 2026.
59%Lojistas de moda que operam sozinhosPerfil do lojista de moda — NuvemCommerce 2026. Dois terços são mulheres.
18,50%Carrinho → checkout em moda femininaMediana de mais de 1.000 lojas brasileiras acima de R$ 50 mil/mês — Prax Analytics 2025.

01 O que trava

Onde a operação vaza hoje

  • A loja recebe visita, o produto é bom, e mesmo assim o carrinho não vira pedido — e ninguém sabe dizer em qual etapa a venda evapora.
  • Você é sócio, comprador, fotógrafo, atendente e gestor de tráfego ao mesmo tempo. 59% dos lojistas de moda operam exatamente assim (NuvemCommerce 2026).
  • Cada fornecedor cuida de um pedaço: um faz o site, outro sobe anúncio, outro posta no Instagram. Ninguém responde pelo número final.
  • A verba de mídia sobe todo mês e a receita não acompanha na mesma proporção — o diagnóstico foi pulado e a mídia virou anestésico.
  • Vender bem no atacado dentro do RJ não ensina a vender no varejo digital para fora do estado, que é onde está a demanda por moda íntima.

02 Como atacamos

A ordem que evita gastar mídia em cima de gargalo

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Diagnóstico por etapa do funil

Antes de qualquer verba, medimos as quatro etapas separadamente: sessão→carrinho, carrinho→checkout, checkout→pedido e sessão→pedido. A Prax Analytics mediu, em mais de mil lojas brasileiras, que moda feminina perde mais em carrinho→checkout (18,50%), enquanto moda masculina perde em sessão→carrinho (6,20%). São doenças diferentes, com remédios diferentes. Sem essa separação, toda decisão de mídia é palpite.

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Correção do que trava a conversão

Com o gargalo identificado, mexemos primeiro no que não custa mídia: frete e prazo visíveis antes do checkout, parcelamento e PIX no lugar certo, tabela de medidas real, política de troca publicada. O motivo número um de abandono de carrinho no Brasil é frete mais caro que o esperado, citado por 63% (Opinion Box) — isso é problema de página, não de anúncio.

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Catálogo e mídia sobre base limpa

Só então entra verba. Montamos um feed único no padrão mais rigoroso — o do Google, que exige size, color, gender, age_group e item_group_id para vestuário — e alimentamos Meta e Google com ele. Depois validamos que ViewContent, AddToCart e Purchase mandam o mesmo content_id do catálogo, que é o ponto de falha número um do dinâmico em loja de moda.

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Leitura mensal e decisão

Toda leitura mensal responde três perguntas: o que mudou em cada etapa do funil, o que a mudança custou e o que fazemos no mês seguinte. Não prometemos ROAS — não existe benchmark público brasileiro de ROAS ou CAC, e quem cita um está citando sem fonte. O que entregamos é a aritmética da sua loja, com origem de cada número.

03 Comece pelo diagnóstico

Peça o Raio-X da sua operação

Quatro perguntas rápidas e devolvemos, em até 5 dias úteis, um PDF com os pontos onde a sua operação perde venda — feed, rastreamento, canal e conta de anúncio. Sem reunião obrigatória e sem compromisso.

  • Sem fidelidade e sem multa de saída
  • Resposta no WhatsApp, não em formulário de robô
  • Diagnóstico entregue mesmo se você não fechar

Passo 1 de 4

Qual é o seu maior gargalo hoje?

04 Perguntas frequentes

O que perguntam antes de contratar

O que faz uma agência de marketing para e-commerce, na prática?

Ela responde pelo número final da loja, não por uma tarefa. Na prática isso é: medir as quatro etapas do funil, corrigir o que derruba conversão antes de gastar mídia, montar e manter o feed de produtos, operar Meta Ads e Google Ads sobre esse feed e reportar mês a mês o que mudou. Quando a agência entrega só anúncio, a loja continua com o mesmo gargalo — só que mais caro.

Quanto custa contratar uma agência de marketing digital para e-commerce?

As faixas praticadas no mercado brasileiro, levantadas pela HBA Marketing e corroboradas por Spot MKT e WiseData, vão de R$ 1.000 a R$ 2.500 por mês em agência pequena e de R$ 2.500 a R$ 6.000 ou mais em agência média. Também é comum o modelo de 10% a 20% sobre a verba. Para e-commerce pequeno, o intervalo citado é de R$ 3.900 a R$ 10.000 por mês somando gestão e verba de mídia.

Vocês têm cases de lojas em Nova Friburgo?

Ainda não. A agência é nova na cidade e não temos cliente friburguense para mostrar — e preferimos dizer isso a inventar depoimento ou logo. O que colocamos no lugar da prova social é competência verificável: cada afirmação deste site tem fonte pública linkada, incluindo as políticas oficiais de anúncio para lingerie da Meta e do Google, que quase nenhuma agência leu na íntegra.

Qual ROAS vocês entregam?

Nenhum, porque ninguém honesto consegue prometer isso. Não existe benchmark público brasileiro de ROAS ou CAC — verificamos em ABComm/ABIACOM, Conversion, Nuvemshop, Confi Neotrust, NIQ Ebit, Prax e Shopify Brasil, e nenhuma publica. O que dá para fazer com honestidade é aritmética: com ticket médio de R$ 271 no setor de moda e conversão de 1,00% em moda feminina, dá para derivar o CPC máximo que a sua loja suporta. Isso é conta, não promessa.

Minha marca vende no atacado. Faz sentido investir em e-commerce próprio?

Faz, e o argumento é geográfico. Quem produz moda íntima está em Nova Friburgo; quem busca por ela no Google está em Goiás, Ceará, Santa Catarina, Rondônia, Mato Grosso e Rio Grande do Sul — o Rio de Janeiro não aparece entre os doze primeiros no Google Trends. O atacado local esbarra no tamanho do mercado que você alcança de carro. O varejo digital não tem essa fronteira.